Encontro de periferias
Encontro de Periferias - Súmula da Exposição
O ponto de partida, para a realização desta exposição colectiva, deriva da mesma motivação que levou a Perve Galeria a iniciar a sua actividade em Novembro do ano 2000: Olhar o mundo com vistas descomprometidas de ligações a estereótipos forjados em alma-mater, significantes cambiais, dísticos clubísticos ou idiossincráticas relações de género, crença ou afectos pessoais. Fundamentalmente captar, na diversidade das culturas que conhecemos, o que de mais periférico, no sentido de raramente mostrado, este possuísse de entre as suas manifestações artísticas contemporâneas, tendo como noção que, para tal, seria necessário consumir tempo, energias, fogo material e água emocional para percorrer os territórios onde esse outro, de quem se conhece o mínimo, se movimenta. Isto sem compromisso estabelecido à priori: todo o esforço poderia ser compensado com nada e, nalguns casos, fora a experiência pessoal e criativa que qualquer encontro traz por inerência da sua novidade, chega-se de mãos abanando.
Assim foi, desde o começo da Perve Galeria, com a exposição “Olhos do mundo” tendo já por força motriz essa vontade de trazer da periferia, do momentaneamente conhecido à entrada de um centralismo difuso e incapaz de se renovar, um novo sopro de vida. Vida artística, criativa, sensorial e respirável. Vida, simplesmente. E foi assim que essa exposição incorporou, a par com autores Portugueses sobejamente conhecidos no nosso pequeno contexto local, autores da África Moçambicana. Isto numa altura em que poucos se interessavam sobre o assunto. À medida que o nosso trabalho foi crescendo, ajudados pelos poucos que iam também fazendo o seu trabalho florescer, esses autores foram ganhando visibilidade, sendo integrados em algumas das raras colecções respeitáveis que existem por cá e o nosso trabalho foi-se estendendo a outras latitudes. Ao Brasil, Angola, Cabo-Verde, etc, etc. Mas faltava-nos sair do ciclo luso-falante e fomos viajando pelas terras inóspitas de uma Europa que tem muito mais terra do que a que se uniu em torno de Bruxelas. Tentar perceber, no local, o que nos possa unir a esses povos. Também ver o que nos afasta. Mas, sobre tudo isso, tentar realmente conhecer o desconhecido, o periférico, o para lá deste sítio que achamos nosso (centro). E fomos várias vezes confrontados com o intangível: faltar-nos-à haver vivido aquelas histórias para compreendermos a verdadeira dimensão da sua arte. Mas há o tangível e, dentro deste, o que permite olhares cúmplices, que se deixa relacionar e nos seduz, se afirma na diferença mas comunica numa língua já perceptível. Sobretudo aquilo que nos revela novidade mas, simultaneamente, transcende a sua escala narrativa local para se posicionar muito além disso, tornando-se universal.
É assim que, naturalmente, dessas várias e repetidas incursões a cerca de dezena e meia de países do centro e do leste Europeu, chegámos a esta exposição onde o trabalho plástico de três autores de uma periferia (de leste) se encontram com três autores de uma outra periferia (sul-americana e latina), já abordada em exposições anteriormente realizadas, que, por isso mesmo, se reveste de fundamentos equivalentes e importa relacionar, perspectivando uma conclusão possível: a de que a criação artística, se universal na sua linguagem, criatividade e narração, é um recurso de inesgotável capacidade transformadora da sociedade, apontado caminhos renovados, amplificando o que de melhor o ser humano pode edificar, dando-nos, por fim, essa possibilidade, única de transcendência, de relacionamento pacífico e pleno com o outro que, em lugar de nos ameaçar com a sua diferença, nos completa. É esse o sentido deste “Encontro de periferias” e fazemos votos de que o vosso olhar possa completar o elo que falta nesta cadeia libertária, feita de diálogos, história e vida, que esta exposição colectiva congrega.
Carlos Cabral Nunes Direcção Artística Maio 2006


ALBERTO CEDRÓN - ARGENTINA
Nasceu em Buenos Aires, Argentina, em 1937. Realizou mais de uma centena de exposições individuais e colectivas desde 1959 em países tais como Argentina, Brasil, Chile, França, Itália e Portugal, entre outros. Tem realizado, desde os anos 60, trabalhos de ilustração, murais, painéis de azulejo, desenho de móveis, numa multiplicidade de técnicas, onde se incluem o desenho, a pintura, a gravura, a escultura e a cerâmica, entre outras. As suas obras foram adquiridas por Museus Nacionais e Estrangeiros e por coleccionadores privados em todos os países por onde expôs, destacando-se, em Portugal, as muitas obras adquiridas para a Colecção Berardo. Viveu e trabalhou, entre os anos 90 e 2003, em Portugal. Foi distinguido com mais de uma dezena de prémios e condecorações na Argentina, Portugal, Venezuela e Itália.


CABRAL NUNES - PORTUGAL
Nasceu a 9 de Janeiro de 1971. Foi aluno na Academia Artística de Remscheid, Alemanha, em 1989. Amigo e admirador da obra de Artur Bual e de Mário Cesariny, a eles deve o incentivo para expor, a partir de 1997, o trabalho plástico que desenvolve desde a infância “sobretudo para fins de sanidade mental pessoal”. Em 1997, realiza um manifesto sobre conceito de Arte Global, que deu origem, no mesmo ano, à criação do Colectivo Multimédia Perve, de que é membro fundador e coordenador artístico. Exerce funções de comissário e curador em exposições de arte contemporânea realizadas pela Perve Galeria, desde 1999. Premiado diversas vezes, com trabalhos multimédia e instalações interactivas, em Portugal e no estrangeiro.


LUD - PORTUGAL (1948-2001)
Lud (pseudónimo de Ludgero Viegas Pinto) nasceu a 3 de Junho de 1948, no bairro de Alfama, em Lisboa, tendo falecido em 2001.
Cursou pintura na escola António Arroio, transitando para a secção preparatória para admissão a Belas-Artes. Tem especialização em Arquitectura de Interiores, Artes Gráficas, Cerâmica, Ilustração e Técnicas de Gravura Manual.
Colaborou como ilustrador em vários jornais e revistas, nomeadamente: Diário de Lisboa, Diário de Notícias, Jornal do Fundão, Rabeca (de Portalegre), República, Sema e & etc.
Ilustrou páginas de livros e compôs capas dos seguintes autores: Pedro Oom, Baptista-Bastos, Miguel Barbosa, Virgílio Martinho, Manuel da Fonseca, Paulo da Costa Domingos, José Martins, Joaquim Luís Alves, Adriano de Carvalho, Adelino Tavares da Silva, Mário Henrique Leiria, Nicolau Saião, José Manuel Capelo, Pablo Neruda, Artur Couto e Santos, entre outros. Realizou exposições individuais, tais como: na Galeria Diário de Notícias, Lisboa (1968); na Galeria Panorama, Alfragide (1972); na Galeria Libris, Lisboa (1982); “Padrão dos Descobrimentos” /Homenagem a Vieira da Silva, C.M.L., Lisboa (1992); entre outras. Tal como, exposições colectivas: Representação no Salão de Março, da Sociedade Nacional de Belas Artes, em Lisboa (1974); Exposição com Moita Macedo na Galeria Libris, Lisboa (1976); no Salão Cultural da Câmara Municipal de Aveiro, Aveiro (1986); entre outras.


VALENTIM POPOV - BULGÁRIA
Nasceu em Sofia, na Bulgária, a 23 de Dezembro. Licenciou-se em Belas-Artes na Academia de Artes em Sofia em 1973. Mudou-se para Praga, na República Checa, em 1975. Participou na Bienal Internacional de Ilustração em Brno e Bratislava (Checoslováquia) em 1976, 1978 e 1984. Teve mais de trinta exposições individuais, como também participou em várias exposições colectivas, todas na República Checa e arredores. A sua arte criativa engloba pinturas e desenhos, tal como design de publicidade. O seu trabalho encontra-se em galerias e museus da República Checa e Bulgária e em colecções privadas na República Checa (incluindo a colecção do actual presidente checo Václav Klaus), Bulgária, Espanha, Suiça, Alemanha, Itália, França, Austrália e Estados Unidos da América.


PEDRO WREDE - BRASIL
Nasceu no Rio de Janeiro, Brasil, em 1952. Pertencente a uma família de diplomatas, viveu muitos anos no exterior e, consequentemente, sua aprendizagem artística ocorreu de forma diversificada. Foi iniciado na pintura no Panamá, pelo artista local Sinclair, mas sua obra foi profundamente influenciada pelos 12 anos em que viveu no Uruguai. Nos últimos três anos, suas obras foram exibidas nos Estados Unidos, no Latin American Art Museum e no Serious Studios, ambos localizados em Miami, e na Bélgica na LineART em Gent. Em 2004, Pedro Wrede participou em exposições na Áustria na AAI Galerie de Viena e na mostra “Mestres da Imaginação”, na Agora Gallery de Nova Iorque, e em Art Copenhagen na Dinamarca, e em 2005 na exposição “A Reunião” na Galeria Tina Zappoli de Porto Alegre.


SERHIY REZNICHENKO - UCRÂNIA
Nasceu em Cherkasy, Ucrânia, a 30 de Outubro de 1968. Licenciou-se em Belas-Artes na Faculdade de Arte, Universidade V.I. Mukhina em S.Petersburgo, Rússia. Está representado nas colecções da Galeria do Retrato de Lviv, no Museu Nacional em Lviv assim como em diversas colecções particulares no estrangeiro. Realizou, desde 1988, perto de duas dezenas de exposições colectivas em países tais como: Chipre, Dinamarca, EUA, Jordânia, Polónia, República Checa, Roménia, Rússia, evidentemente, Ucrânia. É membro da Sociedade Nacional Ucraniana dos Artistas. Começou a expôr em Portugal, na Perve Galeria, desde Junho de 2005 e integrou exposições colectivas na Feira de Arte e Antiguidades, Convento do Beato, Lisboa, 2005; Arte Lisboa – Feira de arte Contemporânea, Fil, Lisboa, 2005; Feira de Arte e Antiguidades, Antiga FIL, Lisboa, 2005. Paricipou na exposição colectiva "5º aniversário da Perve Galeria", 2005.


VOICU SATMAREAN - ROMÉNIA
Nasceu em Arad, na Roménia, a 17 de Janeiro de 1983. Em 2005 graduou-se no Instituto de Belas Artes, em Timisoara na Roménia. Realizou várias exposições colectivas, entre as quais em Bienais e Trienais Internacionais e em Simpósios, tais como: concurso “Picture of women, women from picture” no Centro Cultural Francês Timisoara na Roménia (2003); Kissgrafika Small Graphic Forms, Budapeste, Hungria (2004); Bienal Internacional Glac 2005, em Carlton, na Austrália (2005); entre outros. Realizou, também, uma exposição individual na Bistrita Nasaud, no Museu de Belas Artes, e na Tempart Gallery, Roménia (2004). Ganhou vários prémios, entre os quais o Prémio Nacional de Debut 2004, no Museu de Arte Bistrita Nasaud, Roménia; entre outros.
O ponto de partida, para a realização desta exposição colectiva, deriva da mesma motivação que levou a Perve Galeria a iniciar a sua actividade em Novembro do ano 2000: Olhar o mundo com vistas descomprometidas de ligações a estereótipos forjados em alma-mater, significantes cambiais, dísticos clubísticos ou idiossincráticas relações de género, crença ou afectos pessoais. Fundamentalmente captar, na diversidade das culturas que conhecemos, o que de mais periférico, no sentido de raramente mostrado, este possuísse de entre as suas manifestações artísticas contemporâneas, tendo como noção que, para tal, seria necessário consumir tempo, energias, fogo material e água emocional para percorrer os territórios onde esse outro, de quem se conhece o mínimo, se movimenta. Isto sem compromisso estabelecido à priori: todo o esforço poderia ser compensado com nada e, nalguns casos, fora a experiência pessoal e criativa que qualquer encontro traz por inerência da sua novidade, chega-se de mãos abanando.
Assim foi, desde o começo da Perve Galeria, com a exposição “Olhos do mundo” tendo já por força motriz essa vontade de trazer da periferia, do momentaneamente conhecido à entrada de um centralismo difuso e incapaz de se renovar, um novo sopro de vida. Vida artística, criativa, sensorial e respirável. Vida, simplesmente. E foi assim que essa exposição incorporou, a par com autores Portugueses sobejamente conhecidos no nosso pequeno contexto local, autores da África Moçambicana. Isto numa altura em que poucos se interessavam sobre o assunto. À medida que o nosso trabalho foi crescendo, ajudados pelos poucos que iam também fazendo o seu trabalho florescer, esses autores foram ganhando visibilidade, sendo integrados em algumas das raras colecções respeitáveis que existem por cá e o nosso trabalho foi-se estendendo a outras latitudes. Ao Brasil, Angola, Cabo-Verde, etc, etc. Mas faltava-nos sair do ciclo luso-falante e fomos viajando pelas terras inóspitas de uma Europa que tem muito mais terra do que a que se uniu em torno de Bruxelas. Tentar perceber, no local, o que nos possa unir a esses povos. Também ver o que nos afasta. Mas, sobre tudo isso, tentar realmente conhecer o desconhecido, o periférico, o para lá deste sítio que achamos nosso (centro). E fomos várias vezes confrontados com o intangível: faltar-nos-à haver vivido aquelas histórias para compreendermos a verdadeira dimensão da sua arte. Mas há o tangível e, dentro deste, o que permite olhares cúmplices, que se deixa relacionar e nos seduz, se afirma na diferença mas comunica numa língua já perceptível. Sobretudo aquilo que nos revela novidade mas, simultaneamente, transcende a sua escala narrativa local para se posicionar muito além disso, tornando-se universal.
É assim que, naturalmente, dessas várias e repetidas incursões a cerca de dezena e meia de países do centro e do leste Europeu, chegámos a esta exposição onde o trabalho plástico de três autores de uma periferia (de leste) se encontram com três autores de uma outra periferia (sul-americana e latina), já abordada em exposições anteriormente realizadas, que, por isso mesmo, se reveste de fundamentos equivalentes e importa relacionar, perspectivando uma conclusão possível: a de que a criação artística, se universal na sua linguagem, criatividade e narração, é um recurso de inesgotável capacidade transformadora da sociedade, apontado caminhos renovados, amplificando o que de melhor o ser humano pode edificar, dando-nos, por fim, essa possibilidade, única de transcendência, de relacionamento pacífico e pleno com o outro que, em lugar de nos ameaçar com a sua diferença, nos completa. É esse o sentido deste “Encontro de periferias” e fazemos votos de que o vosso olhar possa completar o elo que falta nesta cadeia libertária, feita de diálogos, história e vida, que esta exposição colectiva congrega.
Carlos Cabral Nunes Direcção Artística Maio 2006


ALBERTO CEDRÓN - ARGENTINA
Nasceu em Buenos Aires, Argentina, em 1937. Realizou mais de uma centena de exposições individuais e colectivas desde 1959 em países tais como Argentina, Brasil, Chile, França, Itália e Portugal, entre outros. Tem realizado, desde os anos 60, trabalhos de ilustração, murais, painéis de azulejo, desenho de móveis, numa multiplicidade de técnicas, onde se incluem o desenho, a pintura, a gravura, a escultura e a cerâmica, entre outras. As suas obras foram adquiridas por Museus Nacionais e Estrangeiros e por coleccionadores privados em todos os países por onde expôs, destacando-se, em Portugal, as muitas obras adquiridas para a Colecção Berardo. Viveu e trabalhou, entre os anos 90 e 2003, em Portugal. Foi distinguido com mais de uma dezena de prémios e condecorações na Argentina, Portugal, Venezuela e Itália.


CABRAL NUNES - PORTUGAL
Nasceu a 9 de Janeiro de 1971. Foi aluno na Academia Artística de Remscheid, Alemanha, em 1989. Amigo e admirador da obra de Artur Bual e de Mário Cesariny, a eles deve o incentivo para expor, a partir de 1997, o trabalho plástico que desenvolve desde a infância “sobretudo para fins de sanidade mental pessoal”. Em 1997, realiza um manifesto sobre conceito de Arte Global, que deu origem, no mesmo ano, à criação do Colectivo Multimédia Perve, de que é membro fundador e coordenador artístico. Exerce funções de comissário e curador em exposições de arte contemporânea realizadas pela Perve Galeria, desde 1999. Premiado diversas vezes, com trabalhos multimédia e instalações interactivas, em Portugal e no estrangeiro.


LUD - PORTUGAL (1948-2001)
Lud (pseudónimo de Ludgero Viegas Pinto) nasceu a 3 de Junho de 1948, no bairro de Alfama, em Lisboa, tendo falecido em 2001.
Cursou pintura na escola António Arroio, transitando para a secção preparatória para admissão a Belas-Artes. Tem especialização em Arquitectura de Interiores, Artes Gráficas, Cerâmica, Ilustração e Técnicas de Gravura Manual.
Colaborou como ilustrador em vários jornais e revistas, nomeadamente: Diário de Lisboa, Diário de Notícias, Jornal do Fundão, Rabeca (de Portalegre), República, Sema e & etc.
Ilustrou páginas de livros e compôs capas dos seguintes autores: Pedro Oom, Baptista-Bastos, Miguel Barbosa, Virgílio Martinho, Manuel da Fonseca, Paulo da Costa Domingos, José Martins, Joaquim Luís Alves, Adriano de Carvalho, Adelino Tavares da Silva, Mário Henrique Leiria, Nicolau Saião, José Manuel Capelo, Pablo Neruda, Artur Couto e Santos, entre outros. Realizou exposições individuais, tais como: na Galeria Diário de Notícias, Lisboa (1968); na Galeria Panorama, Alfragide (1972); na Galeria Libris, Lisboa (1982); “Padrão dos Descobrimentos” /Homenagem a Vieira da Silva, C.M.L., Lisboa (1992); entre outras. Tal como, exposições colectivas: Representação no Salão de Março, da Sociedade Nacional de Belas Artes, em Lisboa (1974); Exposição com Moita Macedo na Galeria Libris, Lisboa (1976); no Salão Cultural da Câmara Municipal de Aveiro, Aveiro (1986); entre outras.


VALENTIM POPOV - BULGÁRIA
Nasceu em Sofia, na Bulgária, a 23 de Dezembro. Licenciou-se em Belas-Artes na Academia de Artes em Sofia em 1973. Mudou-se para Praga, na República Checa, em 1975. Participou na Bienal Internacional de Ilustração em Brno e Bratislava (Checoslováquia) em 1976, 1978 e 1984. Teve mais de trinta exposições individuais, como também participou em várias exposições colectivas, todas na República Checa e arredores. A sua arte criativa engloba pinturas e desenhos, tal como design de publicidade. O seu trabalho encontra-se em galerias e museus da República Checa e Bulgária e em colecções privadas na República Checa (incluindo a colecção do actual presidente checo Václav Klaus), Bulgária, Espanha, Suiça, Alemanha, Itália, França, Austrália e Estados Unidos da América.


PEDRO WREDE - BRASIL
Nasceu no Rio de Janeiro, Brasil, em 1952. Pertencente a uma família de diplomatas, viveu muitos anos no exterior e, consequentemente, sua aprendizagem artística ocorreu de forma diversificada. Foi iniciado na pintura no Panamá, pelo artista local Sinclair, mas sua obra foi profundamente influenciada pelos 12 anos em que viveu no Uruguai. Nos últimos três anos, suas obras foram exibidas nos Estados Unidos, no Latin American Art Museum e no Serious Studios, ambos localizados em Miami, e na Bélgica na LineART em Gent. Em 2004, Pedro Wrede participou em exposições na Áustria na AAI Galerie de Viena e na mostra “Mestres da Imaginação”, na Agora Gallery de Nova Iorque, e em Art Copenhagen na Dinamarca, e em 2005 na exposição “A Reunião” na Galeria Tina Zappoli de Porto Alegre.


SERHIY REZNICHENKO - UCRÂNIA
Nasceu em Cherkasy, Ucrânia, a 30 de Outubro de 1968. Licenciou-se em Belas-Artes na Faculdade de Arte, Universidade V.I. Mukhina em S.Petersburgo, Rússia. Está representado nas colecções da Galeria do Retrato de Lviv, no Museu Nacional em Lviv assim como em diversas colecções particulares no estrangeiro. Realizou, desde 1988, perto de duas dezenas de exposições colectivas em países tais como: Chipre, Dinamarca, EUA, Jordânia, Polónia, República Checa, Roménia, Rússia, evidentemente, Ucrânia. É membro da Sociedade Nacional Ucraniana dos Artistas. Começou a expôr em Portugal, na Perve Galeria, desde Junho de 2005 e integrou exposições colectivas na Feira de Arte e Antiguidades, Convento do Beato, Lisboa, 2005; Arte Lisboa – Feira de arte Contemporânea, Fil, Lisboa, 2005; Feira de Arte e Antiguidades, Antiga FIL, Lisboa, 2005. Paricipou na exposição colectiva "5º aniversário da Perve Galeria", 2005.


VOICU SATMAREAN - ROMÉNIA
Nasceu em Arad, na Roménia, a 17 de Janeiro de 1983. Em 2005 graduou-se no Instituto de Belas Artes, em Timisoara na Roménia. Realizou várias exposições colectivas, entre as quais em Bienais e Trienais Internacionais e em Simpósios, tais como: concurso “Picture of women, women from picture” no Centro Cultural Francês Timisoara na Roménia (2003); Kissgrafika Small Graphic Forms, Budapeste, Hungria (2004); Bienal Internacional Glac 2005, em Carlton, na Austrália (2005); entre outros. Realizou, também, uma exposição individual na Bistrita Nasaud, no Museu de Belas Artes, e na Tempart Gallery, Roménia (2004). Ganhou vários prémios, entre os quais o Prémio Nacional de Debut 2004, no Museu de Arte Bistrita Nasaud, Roménia; entre outros.

1 Comments:
se me permites: pq não um autor por post?
muito bom, surpresas boas
Enviar um comentário
Links to this post:
Criar uma hiperligação
<< Home